toujours elle

Quando nós retornarmos à Paris
quero fazer tudo o que antes fizemos
Atravessar suas pontes e seguir
por parques, avenidas, monumentos

Uma após outra, as pontes do rio Sena
Da Torre Eiffel até Notre Dame
E se fingirmos ser uma surpresa?
Você me olha e aguarda que lhe chame

Como fosse o nosso primeiro encontro
mediremos nossas mãos com cuidado
Você ouvindo as histórias que lhe conto

Eu, adivinhando o que diz seu olhar
alegro-me por estar ao seu lado
Ter seu sorriso girando no ar

Rodada 110

Imagem: Anita Handfas
Poema: Arthur Tavares Corrêa Dias

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