É que às vezes se acostuma

É que às vezes se acostuma
Com a mão forte que não prende
Mas também não quer soltar
Aceita-se prisão que não existe
Vive-se entre ser livre e ser triste
Mas com medo de voar.

Rodada 102 Invertida

Poema: Maria Emília Algebaile
Fotografia: Graça Souza

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