Kafka no castelo pegando buzão para ver sua tcheca

Se Kafka vivesse hoje viveria na Barata Ribeiro. Comeria pastel no chinês da esquina e não na sua querida Bavária, que até parece nome de cerveja que vende ali perto da República do Peru. Viveria apertado e em processo com sua síndica que o proíbe de ouvir acid jazz já que não sai de seu castelo-quarto, aquele espaço no Passo que se pega ônibus para Teresópolis, lugar onde ele conheceu uma tcheca de nome castelhano.

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