Não é exatamente isso…
Deixa eu tentar explicar:
É como se fosse um nó
entre o apêndice e a vesícula.
Como se um buraco houvesse –
mas um furo bem pequeno –
acima do diafragma,
bem entre um seio e outro.
Quando rola um distraída,
eu nem lembro do furinho.
Mas, quando o vento é gelado,
a menor célula dói
(e doi não tem mais acento…).
É como aquela pergunta:
mas ele, não o seu corpo,
o ele que eu conheci,
agora que já morreu, onde é que foi parar?
E é isso que não entendo,
que torna o ar feito pedra.
É isso que corta a pele,
tal faca que sai rasgando:
Marcando o amor na madeira.
Manchando de sangue o corpo.
Rodada 19
Texto: Maíra Fernandes de Melo
Imagem: Bruno do Amaral
ué a maíra está atacando de poeta, é? eu estou adorando esta rival… e a imagem do bruno é uma faca só lâmina…
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kkkkk, tô nessa onda agora, menino, sei lá por quê. mas estou ainda a muitos anos-luz de distância de você, baby!!!
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Adorei o Post, Parabéns!!!
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