Quando escrevo coloco o mundo sob a ponta do lápis;
Rabisco amores, apago dores
Sopro a fuligem dos desertos
Viro a página quando me encho de palavras
Não há nada mais profundo do que uma folha em branco;
Nada mais amplo, nada mais quieto
Ouça o vento curvando-se nas pedras
Às vezes sou esse vento
Às vezes eu sou a pedra.
Rodada 06 Invertida
Texto: Alberto de Lima
Imagem: Rudy Trindade
Muito lindos, o título, a poesia e a paisagem!Parabéns, Alberto e Rudy.
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às vezes o vento, às vezes a pedra. q bonitos versos para pontuarem a foto do rudy q é quase uma pintura…
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O xará está certo… A foto de Rudy parece uma pinture de tão bela. Parabéns, mestre!Parabéns também ao Alberto, de quem sou fã das poesias dele.Estou respondendo aos poucos, com atraso! 😉
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Obrigado pelo carinho gente,A foto do Rudy casou muito bem. Realmente, parece uma pintura…
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Adorei o Post, Parabéns!!!
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